quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Especial STUM: Venha! A hora é agora

Não dá mais para esconder a magnitude do problema que o mundo enfrenta.
Somente se fecharmos os olhos, o nariz e o coração, conseguiremos viver naquele limbo ideal que as propagandas na TV levam ao ar... um faz-de-conta perverso que somente consegue frustrar mais ainda a grande maioria de pessoas que, exposta diariamente às mensagens de montadoras, fabricantes de eletro-eletrônicos, construtoras e afins, somente poderá ficar com o sonho, a água na boca, pois sua minguada renda impedirá qualquer realização prática, legítima e real.
Será que V. consegue se colocar no lugar de uma pessoa nesta condição? Um irmão que tem tudo para dar certo, mas que enfrenta obstáculos enormes para ter uma boa alimentação, uma educação consistente, completa e um padrão de vida digno, decente e honesto?
Além desta situação insustentável, que deveria encontrar ressonância plena da mídia, as manchetes dos jornais nos trazem diariamente infinitas histórias de desvios, de malversação de dinheiro público, de especulações imensas dos financistas que mais se parecem com salteadores, que burlam regras e leis em benefício próprio e exclusivo, colocando em risco inteiros continentes com suas ações perversas e bem-sucedidas, fazendo com que seja sempre o mais humilde trabalhador ou o indefeso aposentado a pagar mais uma vez a conta.

É preciso mudar. O quanto antes, agora... pois nada virá por obra dos políticos que hoje governam o mundo, reféns de corporações, lobbies e, principalmente, da sua própria falta de ética, de respeito, de amor.
Sim, a transformação interior, a mudança de atitudes, a busca do autoconhecimento e a incorporação dos valores reais, absolutos, estão à base do que está por vir para esta dimensão, pois já foi delineado no mundo espiritual. É Você, sou eu, será seu namorado, sua esposa, seu vizinho, seu colega de trabalho, a pessoa da feira, os amigos de infância, nossos filhos.
Precisamos enxergar muito além do que está acontecendo no aqui e agora; sentir que se trata de algo sem retorno... instituições milenares, sistemas de governo maléficos, a dominação globalizada de multinacionais sem escrúpulos, o total descaso com o ser humano...
O que é velho, obsoleto e podre está morrendo, para deixar lugar ao novo: uma criança bela, saudável, prendada e pulsando o amor incondicional.
Não é utopia!

É preciso descobrir, manifestar que somos de fato seres divinos, e começar a exteriorizar por completo nossa capacidade inata de criar e também de resolver problemas específicos, únicos... acessando nossa genialidade latente e nossa intuição, as quais, em conexão permanente com a Fonte, nos permitirão avançar em nossa Jornada, contando com proteção constante e inspiração pontual. Este poderá ser o primeiro grande passo, proporcionando uma preciosa conspiração do Universo, que se colocará ao nosso lado com seu arsenal de recursos, inclusive materiais, pois assumiremos nosso verdadeiro papel de parceiros dele; conscientes servidores da Luz, destemidos e abnegados.
Abriremos ainda nossa caixa de ferramentas e o Livre-Arbítrio, de mãos dadas com o Amor Incondicional, manifestará sua bravura, sua inabalável determinação para ajudar todos à nossa volta de forma que também possam, finalmente, despertar de sua sonolência, de sua falta de rumo, energia, comprometimento e que emperram a vida, afastando-os do cumprimento de sua missão, que foi combinada com os mentores no Astral, antes de nascer.

É preciso que demos o exemplo, sendo pessoas 100% honestas, coerentes e conscientes... irrepreensíveis é a palavra mais correta. Despojados, serenos, sinceros e com um sinal característico: o brilho nos olhos, espelhando uma alma cristalina, limpa e a serviço do próximo. Dogmas e conceitos arcaicos terão ficado largados à margem da estrada junto com uma enormidade de entulho emocional, de sentimentos mal-resolvidos, de traumas devidamente reciclados e perdoados de coração. O trato com os outros será sempre respeitoso, cordial e gentil. Ainda que a vibração da maioria seja -por enquanto-, bastante distinta da nossa, pois diferentes são as trilhas...
Os julgamentos -além de serem totalmente inúteis, pois somos um só-, serão aspectos do passado e ficarão completamente esquecidos... sendo considerados mera curiosidade histórica.
A simplicidade, a humildade e a compaixão abrirão as portas das almas mais travadas, levando Luz e discernimento a quem mais precisa.

Com certeza, muitos de nós não serão considerados "normais" no sentido corrente da palavra.
Isso acontece -mesmo vindo de nossos familiares-, por termos quebrado um sem-número de padrões externos, estabelecidos pelos que querem nos dominar, controlar, manter-nos adormecidos. Os comportamentos espontâneos, por vezes tolerados nos artistas, muitas vezes são reprimidos, censurados em nosso dia-a-dia, assim como aqueles fortes impulsos de liberdade e independência que indicam ausência de preconceito e convencionalismo. No entanto, a compensação por não ser "normal" é extraordinária.
A saúde, a paz interior, a felicidade em viver, a energia elevada, a disponibilidade total fazem parte de nossa realidade. A Unidade de tudo que há é assunto resolvido. O "eu" que fala, fala e precisa ser reconhecido, morreu; passando o bastão para o "nós", "a gente", o Todo.
Quem está na vibração sutil não vê classes sociais, castas; não fica parado, indiferente aos dramas dos menos beneficiados... e sabe muito bem que o pecado não está gravado nas tábuas dos dez mandamentos, mas em ferir deliberadamente os outros, pela ação direta ou pela omissão.

Sejamos nossa essência, aquele farol de Luz, o caminhante desperto e sem descanso, que segue seus insights, sua voz interior. Experimente, é uma ótima idéia, já existe em seu "ponto de Luz" um belíssimo roteiro de viagem feito sob medida para Você, que ainda é o mais adequado, interessante e valioso para todos os envolvidos...
Vale cada instante, cada passo dado... e o verdadeiro milagre começa assim a se manifestar suavemente -e sem parar-, em nossa vida!
A hora é agora.

Agradeço aqui os queridos e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane... e Você!

Namastê (O Deus que É em mim saúda o Deus que É em Você).
Sergio STUM
 

© Somos Todos UM - direitos reservados. Boletim Ano 12, Edição 513.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011




2012...


Em meio a tanto sensacionalismo e ignorância sobre o 2012, servindo apenas para desacreditar as profundas realidades da data, os cientistas resolveram investigar os verdadeiros registros maias talhados em pedra, para saber aquilo que realmente previram estes povos antigos e sábios.
Seria de esperar, como pregavam os seus vizinhos nahuas (astecas, toltecas, etc.), com os quais compartilhavam afinal quase todas as coisas, encontrar alusões sobre as famosas “catástrofes do final dos tempos”. Acreditamos que os maias realmente comungavam estas idéias, afinal a lógica da “evolução” aponta para tudo isto, já que a decadência moral e o materialismo do final dos ciclos, desestabiliza toda a ordem natural. Nisto pode entrar a mudança dos pólos magnéticos e de eixos geográficos, entre muitos outros fenômenos que a imaginação das pessoas exagera.
Porém, parece que os maias tratavam este tema como uma espécie de banalidade, de inevitabilidade e carma racial, prenunciando aquilo que realmente importa, que é a renovação do mundo e da humanidade. Assim, os maias trataram de registrar, isto sim, é a dimensão renovadora da data, sua natureza espiritual ou de síntese, a que os próprios nahuas também reportaram através da profecia do Sexto Sol, anunciando o renascimento dos “deuses planetários” ou o retorno ou a manifestação da Hierarquia de Luz. Como sabemos, os anunciados Chohans da teosofia, são seres cósmicos por assim dizer, que estão consumando a sua evolução neste sistema solar.
Assim, nestas culturas sábias e multidimensionais, nada é o que parece ser à primeira vista. A própria palavra “sol” tinha vários significados, por isto não devemos esperar que surja um outro Sol físico em nosso sistema solar. Os antigos meso-americanos (como também muitos outros povos antigos) tinham o Sol, por aquilo que ele significa para a cultura humana, que é iluminar e dar vida. A palavra maia kin (sol) pode significar o “dia” ou o “homem”, como unidade astrológica de tempo e de valor ontológico.
Acima de tudo, kin significa “ciclo”, e o termo “sol” se aplica aos grandes ciclos de cinco mil anos –também chamados “Eras solares” em muitas escolas e culturas-, que encerram toda uma civilização mundial ou uma raça-raiz. O Sexto Sol é um novo lance na evolução da humanidade e da civilização, assim como da hierarquia e, de certa forma, também da própria divindade. O foco central é racial, centralizado num dado continente –no caso, as Américas-, portanto, mas não a ele delimitado, porque a cultura superior se destina a irradiar pelo mundo. A sexta-raça raiz representa, pois, a busca da iluminação plena no plano do espírito e da cosmificação da consciência no plano da alma, assim como da unificação planetária na esfera das instituições.
Aquilo que 2012 traz de formidável, segundo os maias, é a manifestação da Providência num mundo sem rumo, seguindo o preceito ancestral –talvez pela última vez-, da Encarnação divina, segundo as palavras de Krishna:
“Toda a vez que há um declínio do Dharma (Justiça) e a predominância de Adharma (injustiça), Ó Arjuna, Eu Me manifesto. Eu apareço de tempos em tempos para proteger os bons, para mudar os malvados, e restabelecer a ordem no mundo (Dharma).” (Bhagavad Gita 4, 7-8)
O Mensageiro é a estrela-guia anunciada, destinada a orientar a humanidade emergente sob uma nova dispesação espiritual, iluminando verazmente um novo tempo da humanidade e da terra, onde cada ensinamento traduz uma nova revelação, reunindo um rol de metas a serem alcançadas pela humanidade, pela raça-raiz e também pela hierarquia. E é esta mensagem divina, justamemte, que o cientistas mexicanos descobriram ao questionar os livros-de-pedra dos maias.
Diz então o sr. José Luís Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História, expondo publicamente as inscrições maias e analisando-as onde apontam a data de 23 de Dezembro de 2012 que desencadeou as atuais expectativas mundiais (a notícia foi divuldada em Março de 2011): “-No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo. Em nenhum lugar diz que em 2012 o mundo vai acabar.”
O leitor pode aprofundar todos estes assuntos, na obra abaixo:

O Sexto Sol - Os horizontes da humanidade após 2012, Ed. Agartha, 2011